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África do Sul

África do Sul – Nação arco-íris

“Uma das melhores viagens da minha vida!”, essa é a frase mais comum dos turistas e estudantes após conhecerem a terra de Nelson Mandela. É inevitável ficar encantado com tamanha organização, infraestrutura, com a variedade de opções de lazer, aventura, restaurantes e vinícolas. Sem dúvida, um destino para todas as idades e estilos de vida.

Quem busca diversidade, contato com diferentes culturas esse é o lugar perfeito. Nação arco-íris, como foi batizada por Desmond Tutu – um dos homens mais respeitados e Nobel da Paz, a África do Sul é multicultural, acolhe diversas raças e cidadãos de outros países. Prova disso, é que abriga onze línguas nacionais, porém o inglês é o idioma oficial. O mix de etnias, sotaques, vestimentas, o dégradé que vai do negro ao branco pode ser facilmente percebido ao caminhar pelas ruas das principais cidades.

Como todo arco-íris guarda tesouros, a África do Sul foi presenteada com uma grande variedade de fauna e flora e paisagens memoráveis. Situado a 498 quilômetros de Johanesburgo, o Kruger National Park é reconhecido como o melhor safári no país pela diversidade de espécies, além de ser a casa dos Big Five”: leão, búfalo africano, elefante, leopardo e rinoceronte.

A Cidade do Cabo, considerada por diversas entidades de turismo e revistas internacionais como o melhor destino de férias do mundo, tem como seu maior símbolo a Table Mountain (uma montanha em formato de mesa), que foi eleita uma das sete novas maravilhas naturais do planeta. Entretanto, o famoso Cabo da Boa Esperança (Cape of Good Hope) é que dá origem ao nome da cidade. Os bons ventos sopram mesmo por aquelas bandas e tratou de juntar o exotismo africano com o conforto de cidades cosmopolitas. Os amantes da natureza, esportes, vinho, culinária tem motivos de sobra para conhecer a cidade.

Graças a sua localização geográfica privilegiada no extremo sul do continente africano, o país é banhado por dois oceanos. No utópico encontro do Atlântico com o Índico está o Cabo da Boa Esperança, ponto estratégico das rotas comerciais europeias para o Oriente e que foi descoberto no século XV pelo navegador português Bartolomeu Dias. Apesar do simbolismo, o local que oficialmente divide os dois oceanos é o Cabo Agulhas, o ponto mais ao sul da África. A nação possui uma costa bem extensa, com cerca de 2.500 km de litoral.

Cortado pelo Trópico de Capricórnio, a África do Sul faz fronteira ao norte com a Namíbia, Botsuana, Zimbábue; a nordeste com Moçambique e Suazilândia. Além disso, abriga em seu território o pequeno reino de Lesoto, situado a sudeste do território sul-africano. Dois terços do relevo do país é planalto e na porção sul está a Cordilheira do Karoo, já a leste encontra-se a maior cadeia de montanhas do sul da África.

Com mais de 52 milhões de habitantes, a população é bem diversificada, com diferentes religiões, línguas e culturas. Os negros são maioria e representam 79,2% do total; 8,9% são brancos; já os mestiços (chamados de coloured) contabilizam 8,9% e ainda os indianos/asiáticos totalizam 2,5%. De acordo com o último censo, em 2011, mais da metade da população é feminina.

A África do Sul está dividida em nove províncias e cada uma delas possui uma capital, são elas: Eastern Cape (Bisho), Free State (Bloemfontein), Gauteng (Johannesburg), Kwazulu-Natal (Pietermaritzburg), Limpopo (Polokwane), Mpumalanga (Mbombela), Northern Cape (Kimberley), North-West (Mahikeng) e Western Cape (Cape Town).

Ao contrário do que muitos pensam, Johanesburgo não é a capital do país, apesar de ser o maior centro urbano. A nação possui três capitais: Cidade do Cabo (Legislativa); Pretória (Executiva); Bloemfontein (Judiciária) e está dividida em nove províncias, cada um com sua legislatura, primeiro-ministro e ministro próprios.

Western Cape é a província mais visitada pelos turistas. A Cidade do Cabo é vibrante, apaixonante e a vista da Table Mountain é inesquecível. Também são roteiros bem procurados a Garden Route (Rota Jardim) pela exuberância das paisagens, praias e opções de lazer, tanto tranquilas como cheias de adrenalina, desde o maior bungee jump comercial do mundo até mergulho com tubarões brancos. Outras atrações turísticas são: Cabo da Boa Esperança, Praia dos Pinguins, Ilha das Focas, Robben Island. Estão ainda nessa província as charmosas vinícolas de Stellenbosch, Franschhoek e Paarl, regiões acolhedoras que concentram os vinhos mais premiados do país.

Já quem é amante da natureza precisa visitar a província Eastern Cape, ideal porque concentra montanhas, praias e florestas. Port Elizabeth é o ponto de chegada para quem segue pela Garden Route, a cidade reúne praias deslumbrantes com águas mornas do Oceano Índico, areias douradas, recifes e é ideal para prática de esportes aquáticos como surfe, vela, kite e windsurfe. Além disso, possui dois parques urbanos com mais de 140 espécies de pássaros. As principais atrações da província são dois parques nacionais: Addo e Tsitsikamma. Vale a pena conhecer Grahamstown pela sua arquitetura e prédios históricos, pois foi o primeiro ponto de contato entre as culturas britânica e tribal africana (Xhosa) durante o séc.XIX.

Na província Northern Cape os visitantes terão a oportunidade de conhecer a famosa areia vermelha do Deserto do Kalahari e sua beleza árida, além das jazidas de diamante ao redor da cidade de Kimberley. Já os apaixonados por flores não podem deixar de apreciar Namaqualand.

Sun City Resort é um destino de férias premium e o mais procurado na província North West. Ele é um complexo turístico reconhecido internacionalmente pelo luxo de seus hotéis e também por proporcionar mais de 100 atividades para todas as idades, entre aventura, recreação, safári, passeio de balão, parques aquáticos, cassino, spa, esportes, etc. Os visitantes podem relaxar, curtir a família e todas as mordomias do seu famoso hotel 5 estrelas Plus, mas há opções mais econômicas também.

Abriga um dos maiores parques nacionais do país: Pilanesberg, cuja característica bem peculiar é sua localização dentro da cratera de um vulcão extinto. Cercado por montanhas, cavernas com pinturas e uma represa, onde estão hipopótamos, crocodilos é ainda ambiente favorável para avistar os Big Five.

Com céu azul e horizonte que parece não ter fim, a província Free State concentra inúmeras fazendas. Situada no meio da África do Sul e cercado por dois rios (Vaal e Orange), tem entre suas atrações o Golden Gate Highlands National Park. O nome desse parque deriva dos tons de dourado do sol nas montanhas. Com mais de 11 mil hectares é habitat de diversos mamíferos e pássaros.

Conhecida como Reino Zulu, a província Kwazuku-Natal reúne antigas tradições dos Zulus com aspectos modernos. Seus destinos mais visitados são: Elephant Coast, South e North Coast e Drakensberg. A província abriga dois patrimônios da Humanidade: Ukhahlamba Drakensberg National Park e ainda iSimangaliso (St. Lucia) Wetlands Park. O primeiro é um parque que abriga as montanhas Drakensberg (montanhas do dragão) e os seus 243 mil hectares combinam belezas naturais com grande biodiversidade e milhares de pinturas rupestres. Já St. Lucia é um lugar especial por sua variedade de ecossistemas aquáticos e próximo ao seu estuário encontra-se a costa dos elefantes. A maior cidade da província é Durban, que oferece boas atrações para férias. Dolphin Coast (costa dos golfinhos) é caracterizada pela sua exuberante vegetação, brisa fresca do Oceano Índico, praias e céu claro. South Coast é bastante procurada pelas suas praias de areias douradas, piscinas naturais que se formam entre as pedras, inúmeras áreas de pesca e por ser o ponto de encontro dos golfinhos.

A província de Limpopo faz divisa com Moçambique, Zimbábue e Botsuana e é rica em vida selvagem, paisagens, história e cultura. Waterbergé uma área árida, porém repleta de montanhas, colinas, diferentes espécies de plantas e animais, inclusive abriga os “Big Five”. Nesse distrito há diversas reservas de caça e por ser uma região livre de malária e próxima ao Kruger Nacional Park atrai muitos turistas.

A menor das províncias, porém a mais populosa é Gauteng, cujo nome significa “lugar do ouro”. Johanesburgo é a metrópole financeira e comercial do país, seu centro reúne atrações históricas como museus, teatros, galerias de arte. Mas, não é tão seguro fazer passeios a pé pela cidade, nem nos transportes públicos, o mais indicado é organizar grupos em excursão ou utilizar os ônibus de turismo conhecido como “Red Bus”. Próximo à Johanesburgo está o Cradle of Humankind, que possui uma das mais ricas evidências da evolução humana nos últimos 3,5 milhões de anos. Lá estão os restos mortais dos hominídeos mais antigos, os primeiros ancestrais da raça humana.Já a metrópole Pretória oferece aos visitantes parques, monumentos e grandiosos prédios oficiais do governo.

O Kruger Park, com os Big Five, é o principal atrativo da província de Mpumlanga, que significa terra do sol nascente na linguagem local SiSwati. Oferece além de vida selvagem, montanhas com elevações que mudam constantemente por conta da erosão, esportes aquáticos de aventuras e muita cultura.

Garden Route ou Rota Jardim (em português) se estende por 200 km ao longo da costa sudoeste da África do Sul. Sem dúvida, uma das extensões de costa mais bonitas do mundo, com cenários deslumbrantes. O nome deriva da vegetação verdejante e ecologicamente diversa da região, com a presença de florestas, numerosos lagos, lagoas, praias, baías ao longo da costa. Nessa área estão dois parques nacionais – Tsitsikamma e Wilderness – bem como inúmeras outras reservas naturais provinciais e privadas.

A rota oficial começa no litoral sul da cidade de Heidelberg e segue até a floresta Tsitsikamma e o rio Storms, já na província de Eastern Cape. Em todo esse trajeto, há infraestrutura turística bem desenvolvida com charmosas cidades e inúmeras atrações históricas, naturais, geológicas e de aventura. No caminho, é possível conhecer as principais cidades: Mossel Bay, George, Wilderness, Knysna, Oudtshoorn, Plettenberg Bay. Entretanto, a rota mais popular segue até Port Elizabeth.

Mossel Bay – Situada no meio do caminho entre a Cidade do Cabo e Port Elizabeth, a bela Mossel Bay é uma vila costeira e o porto da Garden Route. Mas, sua característica mais importante é o seu status de capital histórica da Garden Route. O Museu Marítimo abriga a impressionante réplica em tamanho real da caravela comandada pelo navegador português Bartolomeu Dias, na qual ele navegou em Mossel Bay no ano 1488. Além das bonitas paisagens, há ótimos restaurantes e um paraíso para quem aprecia frutos do mar.

George– É a capital administrativa e também conhecida como a porta de entrada da Garden Route, pois está justamente no meio da rota oficial. George é uma cidade pitoresca, com infraestrutura sofisticada, muitos locais históricos e ideal para prática de golfe e mountain-bike. Está situada a 10 Km do planalto entre a majestosa Montanha Outeniqua para o norte e o Oceano Índico ao sul.

WildernessA cidade, nas margens do estuário do rio Touws, possui praias com areias brancas, lagos e rios que atraem turistas do mundo todo. O Parque Nacional Wilderness é um paraíso para o ecoturismo com uma beleza fascinante e oferece ainda muita tranquilidade. Porém, oferece muita diversão e aventura com observação de baleias e golfinhos, asa delta, parapente, passeios a cavalo, mountain-bike, pesca, passeios de barco e outros esportes aquáticos.

Knysna – Situada entre as montanhas Outeniqua e o mar, Knysna é cercada tanto por florestas nativas como plantações. A cidade é um verdadeiro paraíso natural, sua lagoa de maré e estuário aberto é habitat de um dos menores cavalos-marinhos do planeta, os quais estão em risco de extinção. Os visitantes podem conhecer a diversidade animal, são mais de 230 espécies de aves, raras borboletas, além de caminhar ao lado de elefantes africanos ou montar neles. É recomendado ainda visitar galerias de arte ou praticar esportes de aventura. Em Featherbed Bay deguste champanhe e ostras à beira mar, no pôr do sol.

Oudtshoorn – Está localizada numa região semi-desértica do país chamada Klein Karoo. A cidade é o coração da indústria de penas de avestruz, abriga mais de 400 fazendas desse animal exótico e algumas delas oferecem interação com os animais. Os visitantes têm a oportunidade de conhecer mais detalhes sobre o animal durante os tours guiados, alimentá-los ou até mesmo montar neles. Mas, grande atração é a Cango Caves, uma série de cavernas e cavidades de calcário, naturalmente esculpidas pela chuva há mais de 20 milhões de anos. Essas cavernas estão entre as dez atrações turísticas mais visitadas da África do Sul. Outro passeio interessante é o encontro com guepardos, crocodilos, tigres e répteis, além da possibilidade de tirar fotos bem de perto com alguns desses animais.

Plettenberg Bay – Cercada pelas montanhas Outenique e Tsitsikamma e dominada pela floresta indígena, suas reservas naturais são verdadeiros tesouros marinhos, geológicos e arqueológicos. A cidade oferece ótima infraestrutura, com hotéis, restaurantes e lojas para todos os gostos. Com 20 Km de praias, é um dos destinos de férias mais badalados da Garden Route. Também considerada a cidade da aventura por oferecer safári, canoagem, trilhas pelas florestas, observação de baleias, focas em barcos e surfe. Outras atrações recomendadas são: observação de pássaros, aves e passeio com felinos ou caminhada guiada pela floresta para ter contato com diversas espécies de primatas do mundo inteiro.

Port Elizabeth – Considerada um rico patrimônio histórico, pois preserva ainda os traços da cultura britânica da época da colonização. É a segunda cidade mais antiga e a quarta maior do país, localizada a 780 km da Cidade do Cabo. A água morna do Oceano Índico atrai muitos turistas para a prática de esportes aquáticos, sem falar nas belas praias de areias douradas rodeada de recifes. Não deixe de visitar também seus parques urbanos com espécies variadas de fauna e flora sul-africana, reservas naturais, museus, cassinos, aproveite para mergulhar, fazer passeios de barco para ver baleias, golfinhos e pinguins.

A região oeste e central apresentam pastagens e savanas. Nas áreas de deserto estão as estepes. Já no sul do país apresenta-se a vegetação mediterrânea. Há também presença de florestas tropicais, especialmente, nas regiões próximas aos rios.

Há predominância do clima semiárido, entretanto, na costa oriental do país (KwaZulu-Natal) o clima é subtropical e com sol o ano inteiro, mas às vezes neva em Drakensberg e nas montanhas do Cabo no período do inverno. Já na região extremo sul o clima é mediterrâneo, onde a Cidade do Cabo e a parte mais ao sul da província de Western Cape apresentam verão bem quente e o inverno com chuvas leves. O interior do país é seco e quente durante o inverno e tem noites bem frias.

A África do Sul possui as quatro estações do ano muito bem definidas. Os meses de verão são de dezembro a fevereiro e o outono vai de março a maio. O inverno é de junho a agosto, enquanto que a primavera ocorre nos meses de setembro até novembro.

O período mais indicado para safári é nos meses secos do inverno, quando os animais se concentram perto das fontes de água. Na província de Western Cape, incluindo a Cidade do Cabo, tende a chover no inverno e, por isso, a época mais procurada para safári é no verão.

O inglês é o idioma administrativo e junto com o africâner, são os mais falados nas grandes cidades. O xhosa (língua de Nelson Mandela) e o zulu também são amplamente utilizados. Então, não se assuste se inicialmente não entender os diferentes sotaques. Nos estabelecimentos comerciais, pontos turísticos, hotéis e restaurantes o inglês é amplamente falado.

Os onze idiomas oficiais são: inglês, africâner, isiNdebele, isiXhosa, isiZulu, Sepedi, Sesotho, Setswana, SiSwati, Tshivenda e Xitsonga.

Os europeus chegaram ao país em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias contornou o Cabo da Boa Esperança. Situada na rota comercial para as Índias e habitada por diversos grupos negros (bosquímanos, khois, xhosas, zulus), a região foi colonizada por imigrantes holandeses, franceses e alemães no século XVII. Os colonos brancos (chamados bôeres ou africânderes) se fixaram e desenvolveram uma língua própria, o africâner. Em 1806, os ingleses tomaram a Cidade do Cabo e lutaram contra negros e bôeres. Com os choques, os bôeres emigraram para o nordeste (a Grande Jornada, em 1836), onde fundaram duas repúblicas independentes, Transvaal e Estado Livre de Orange.

A entrada dos ingleses no Transvaal resulta na Guerra dos Bôeres, que termina com a vitória britânica.

 Sobre o Apartheid

O apartheid foi uma política de segregação racial sistematizada e implementada após a vitória do Partido Nacional, em 1948. Ao contrário da segregação racial existente no período pré-1948, o apartheid promoveu a fixação e institucionalização dos grupos étnicos/raciais. O princípio defendido por seus precursores era a promoção do “desenvolvimento em separado” dos diversos grupos raciais, de forma a que cada grupo racial pudesse “progredir” de acordo com suas especificidades. Para tanto, foi estabelecido que cada grupo racial deveria habitar áreas específicas e a miscigenação racial foi proibida. Ao contrário da ideia de “desenvolvimento em separado”, o que ocorreu na prática foi a garantia de privilégios para a minoria branca, baseada na exclusão sistematizada dos grupos não-brancos.

O objetivo subjacente do Apartheid era conter a urbanização dos grupos africanos. Por isso, foram estabelecidos controles rígidos da presença de africanos nas áreas brancas. Todos deviam portar um passe e eram obrigados a deixar as áreas brancas após determinada hora.

Além do controle estrito do influxo de africanos para as zonas urbanas, o Apartheid compreendia duas frentes de intervenção social: o “pequeno” apartheid, que consistia no estabelecimento de locais públicos separados por raça (restaurantes, hospitais, banheiros, praias, estações de ônibus e trens, prédios públicos possuíam áreas separadas para brancos e não-brancos) e o “grande” apartheid, que consistia na criação de territórios (homelands) específicos para cada grupo étnico, de modo a que todos os africanos não-brancos fossem declarados cidadãos destes territórios e, assim, tratados como “estrangeiros” na África do Sul “branca”. (texto: Prof. Dr. Gustavo Gomes da Costa)

O grande representante da luta contra o regime Apartheid foi Nelson Mandela. Como jovem estudante de direito, Mandela se envolveu no movimento antiapartheid e uniu-se ao Congresso Nacional Africano (CNA)em 1942 e dois anos depois foi um dos fundadores da Liga Jovem do CNA. Inicialmente, ele defendia atos não-violentos, mas após o massacre de Sharpeville (em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matou 69 pessoas e feriu 180) Mandela e outros militantes passaram a recorrer às armas para lutar contra o sistema. Em 1961, tornou-se o comandante do braço armado do CNA e coordenou a sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para o Etiópia e Marrocos para treinamento paramilitar.

Em agosto de 1962, Mandela foi preso e sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Dois anos mais tarde, foi condenado à prisão perpétua por sabotagem e ainda conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (Mandela negou este último motivo). Durante os 27 anos da sua vida em que ficou preso, ele foi considerado um terrorista pelas autoridades sul-africanas. Mas, seu nome estava tão associado à oposição ao apartheid que muitos países e organizações de direitos humanos passaram a realizar campanhas pedindo a libertação de Mandela. Ele só foi libertado em 11 de fevereiro de 1990, aos 72 anos, por ordem do então presidente Frederik Willem de Klerk, após grande campanha do CNA e pressão internacional. Em 1993, Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz.

Mandela foi presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e o primeiro presidente negro da África do Sul eleito por sufrágio universal, quando governou de maio de 1994 até junho de 1999. Comandou a transição do regime apartheid para um regime político democrático e ganhou ainda mais respeito mundial por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.

Para mais detalhes, acesse: www.sahistory.org.za ou http://www.southafrica.info/about/history/history.htm

Cidadãos brasileiros que desejam estudar, fazer turismo ou negócio na África do Sul por um período de 90 dias não precisam de visto. É imprescindível apresentar no embarque o Certificado Internacional de Vacinação emitido pela ANVISA, que comprova que a vacina de febre amarela foi devidamente tomada pelo menos até 15 dias antes da data do embarque. Crianças com menos de um ano estão isentas da vacina.

Entretanto, os brasileiros que pretendem prolongar sua estada por mais de 90 dias no país precisam de visto. Nesse caso recomendamos entrar em contato com o consulado da África do Sul em São Paulo ou com a embaixada em Brasília para obter informações atualizadas.

Consulado Geral (São Paulo)

Tel: (11) 3265-0449

Fax: (11) 3285-1185

Website: www.africadosul.org.br

Horário de atendimento ao público: segunda a sexta-feira das 9h às 12h

Endereço: Avenida Paulista, 1754 – 12º andar.

Cerqueira César – São Paulo/SP (próximo ao MASP/ Estação do Metrô Trianon-Masp)

 

Embaixada (Brasília):

Tel: (61) 3312-9500

Fax: (61) 3322-8491

Website: www.africadosul.org.br

Endereço: SES – Avenida das Nações, Lote 6 – Brasília/DF.

Os grandes tesouros do país são as belezas naturais e sua diversidade de fauna e flora. Por conta disso, o governo sul-africano investe constantemente na preservação e conservação dos seus 21 parques nacionais. Eles representam a fauna indígena, flora, cenários e muitos deles são considerados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, devido a sua importância cultural e/ou natural. Além das paisagens de tirar o fôlego, milhares de turistas são atraídos também pelas facilidades de acomodação em áreas áridas, costeiras, montanhosas ou no ecossistema bushveld. O órgão que gerencia o sistema de parques é o South African National Parks (SANParks).

O Parque Nacional Kruger é um dos parques mais famosos do mundo e o mais importante da África do Sul quando o assunto é vida selvagem. Seus 2 milhões de hectares abrigam os Big 5 (leão, leopardo, elefante, rinoceronte e búfalo africano), além de 147 espécies de mamíferos, 507 de pássaros, 114 de répteis, 34 de anfíbios, 46 de peixes e ainda 336 de árvores. O Kruger não atrai visitantes de todas as partes do planeta apenas pela rica diversidade de fauna e flora, sua ótima infraestrutura também encanta com excelente conexão de estradas, variada oferta de acomodações e ainda reservas privativas ao redor do majestoso parque. Os animais podem ser vistos a poucos metros de distância, existem safáris fotográficos diurnos e noturnos em veículos 4×4, caminhadas pela savana. Não há como se esquecer dos lindos pores do sol e dos sons dos animais em seu habitat natural à noite.

Parque Nacional Table Moutain é o mais visitado de todos os parques nacionais sul-africanos, são 4,2 milhões de visitantes ao ano. Protege uma área de mais de 24 mil hectares e o objetivo é incorporar mais 5 mil hectares no futuro. Além disso, a jurisdição do parque também inclui 1.000 km² de mar e costa em torno da península. Abriga muitas espécies de mamíferos, especialmente antílopes adaptados à vegetação de fimbos, também répteis e anfíbios e espécies marinhas (peixes, focas, baleias). A diversidade da flora é um espetáculo à parte, não é por acaso que o parque faz parte do Cape Floral Kingdom World Heritage Site, uma das regiões mais ricas de flores do mundo e considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Esse parque nacional é cercado pela Cidade do Cabo e, por isso, fragmentado por conta do desenvolvimento urbano e terras de propriedade privada, tornando-o de acesso aberto, com cobrança de taxas de conservação em três acessos controlados: Cape Point, Boulders Penguin Colony e Silvermine. O visitante paga para subir até montanha da Mesa de bondinho, mas ela é acessível a pé com longas caminhadas. As principais atrações que fazem parte ainda do complexo do parque nacional são: a Montanha da Mesa (Table Mountain), o Cabo da Boa Esperança, a praia das colônias de pinguins (Boulders), Silvermine, as montanhas Signal Hill e Lions Head e as praias de Camps Bay, Llandudno, Noordhoek, Kommetjie, Scarborough, entre outras.

O Parque Nacional Pilanesberg está localizado a três horas de carro de Johanesburgo, numa zona de transição entre a aridez do Kalahari e a vegetação úmida conhecida como Lowveld. Esta rica zona de transição atrai uma variedade incrível de animais selvagens, flora e fauna. Praticamente todas as espécies de animais nativos da África do sul podem ser encontradas aqui, incluindo o Big 5, cão selvagem, Roan, Tsessebe, antílope Sable e mais de 360 ​​espécies de aves. A característica bem peculiar de Pilanesberg é que está situado no interior da cratera de um antigo vulcão, formado há 1,2 bilhões anos pelo transbordamento do magma. As paisagens e formações rochosas que vemos hoje são as lembranças duradouras desta magnífica ocorrência.Entre as principais atividades estão os safáris fotográficos em veículos 4×4 ou a pé e passeio de balão.

Já o Parque Nacional da Garden Route, com 157 mil hectares, incorpora um mosaico de ecossistemas, entre eles, o Parque Nacional Tsitsikamma, trechos do Parque Nacional Wilderness e ainda parte do Lago Knysna. Todas essas áreas juntasoferecem belas paisagens montanhosas, marinhase são famosas por seus diversos recursos naturais e culturais. Tsitsikamma é o terceiro parque nacional mais visitado do país,abrange 80 km de litoral, é reconhecido internacionalmente por suas florestas indígenas, considerado o paraíso das aves e também por ser a mais antiga e maior reserva marinha da África. Praticantes de hiking de do mundo inteiro visitam a área que é conhecida por seu litoral acidentado e intocado. O Parque Nacional Wilderness protege três grandes zonas de floresta indígena, quatro tipos de fimbos (arbustos silvestres), lagos e canais sinuosos. Há também uma série de locais históricos de importância arqueológica. Durante a primavera, o parque fica coberto por flores coloridas que aumentam ainda mais sua beleza. Já o Área Nacional do Lago Knysna é rodeada por florestas econservaaves e criaturas marinhas, entre elas o pequeno cavalo-marinho Knysna.

Um dos programas prediletos dos sul-africanos nos finais de semana é visitar os parques nacionais, pois oferecem ótima infraestrutura para atividades ao ar livre. A maioria dos parques possui ótimas opções de acomodações, desde mais luxuosas até mais simples, mas é imprescindível reservar com antecedência. É muito comum reunir a família e amigos e fazer um churrasco, conhecido no país como “braai.

Para conhecer mais detalhes sobre os parques e seus diferenciais, acesse: http://www.sanparks.org/

O setor de turismo sul-africano trabalha para tornar o país um dos 20 destinos mais visitados do mundo até 2020. Isso justifica a organização, infraestrutura das cidades, dos passeios e preocupação constante com a preservação da cultura, parques nacionais e seus ecossistemas.

Cada província possui suas peculiaridades e encantos. As opções de lazer, compras, aventura, cultura, paisagens naturais, vinícolas garantem uma viagem única. Vale a pena reservar um longo período e desfrutar muitas delas.

África do Sul possui oito locais que são considerados Patrimônios da Humanidade, pela UNESCO. São eles: Robben Island, iSimangaliso Wetland Park, Cradle of Humankind, uKhahlamba-Drakensberg Park, Mapungubwe Cultura Landscape, Cape Floral Region, Vredefort Dome, The Richtersveld Cultural and Botanical Landscape. Ter a oportunidade de conhecer esses lugares e suas riquezas é uma experiência ímpar.

Eleita pelas mais respeitadas revistas de viagens, a Cidade do Cabo está entre as cinco cidades para visitar no mundo. Com atmosfera cosmopolita, oferece alto padrão internacional quando o assunto é hospedagem, gastronomia, vinhos e lazer.

A adaptação dos brasileiros é muito tranquila na Cidade do Cabo em relação à alimentação, vida noturna e clima, já que o verão é similar ao Rio de Janeiro e o inverno parecido com o do Rio Grande do Sul. A boêmia rua Long Street e ruas adjacentes são famosas por seus bares, baladas e agitação até a madrugada.

A África do Sul possui rodovias e ferrovias melhores do que muitos países de primeiro mundo. Assim é fácil viajar pelo país, seja como turista ou estudante, e fazer também o famoso mochilão. Inclusive, a nação faz fronteira com diversos países o que viabiliza as chances de conhecer mais destinos numa só vez.

Quem deseja estudar na África do Sul pode contar com as melhores escolas internacionais de inglês e também com universidades britânicas.

O Rand sul-africano é inferior ao Real, por isso, na África do Sul os brasileiros levam vantagens em relação ao câmbio e a viagem se torna muito mais acessível financeiramente.

Mais de 10% dos turistas estrangeiros chegam à África do Sul para assistir ou participar de eventos esportivos. Existem muitas atividades no calendário anual, desde maratonas até circuitos de bicicleta, natação, etc. Além disso, quem ama aventura tem opções de sobra para apreciar o país, desde safári, canoagem, trilhas pelas montanhas e o maior bungee jump comercial do mundo.

Os turistas que irão fazer safári e curtir passeios ao ar livre devem levar na mochila binóculos, repelente de insetos, lanterna, chapéu com abas ou boné, protetor labial, protetor solar e óculos de sol.

Dê preferência a roupas leves, de algodão em tons claros porque não atrapalha a observação dos animais, uma vez que se misturam bem com a vegetação nos safáris. Use sapatos fechados e confortáveis, os mais indicados são botas e tênis. Sempre leve na mochila um casaco leve por conta das mudanças bruscas de temperatura e ele vai ajudar ainda na proteção contra insetos no final do dia em algumas áreas.

Já no inverno – entre maio e agosto – inclua casacos e calças confortáveis e que aqueçam bem seu corpo, especialmente pela manhã e final de tarde.

Não é à toa que a Cidade do Cabo ficou conhecida pelo seu Cabo das Tormentas, naquela cidade o vento é muito forte, especialmente na primavera (setembro a novembro). Por isso, evite roupas muito esvoaçantes nesse período e leve sempre um casaco, pois no final do dia costuma ser frio.

As estradas na África do Sul são bem conservadas, sinalizadas, os motoristas são cordiais no trânsito, por isso é fácil dirigir e viajar pelo país. Existem várias empresas de aluguel de carros, mas a reserva deve ser feita com antecedência, especialmente na alta temporada. O volante e os pedais dos carros estão no lado direito e o trânsito segue a mão inglesa No início pode parecer estranho para os motoristas que não estão acostumados, mas com a prática se torna mais simples assimilar tudo. Recomendamos que o viajante traga além da carteira de habilitação internacional, uma tradução juramentada em inglês, principalmente se for parado por policiais de trânsito.

Uma forma de conhecer os principais pontos turísticos em Johannesburgo e na Cidade do Cabo é utilizar o serviço City Sightseeing South África. Os ônibus vermelhos ou azuis possuem uma rota e horários estabelecidos de parada em cada destino. Para mais detalhes e compra online, confira: http://www.citysightseeing.co.za/

Na Cidade do Cabo, o transporte mais popular e barato é a van conhecida como minibus táxi. Elas circulam diariamente, com frequência de horários e em rotas definidas pelas principais vias (desde o centro até vários bairros), entretanto, não existem pontos específicos de parada, eles abrem as portas a qualquer momento para buscar mais passageiros. Facilmente são reconhecidas pelos gritos do cobrador, que indica o bairro para onde o veículo seguirá. É uma experiência bem inusitada e ideal para quem quer conhecer o estilo alegre e musical da população. Não recomendamos a utilização do minibus à noite.

Existe a opção de utilizar o metrô, mas ele não é tão bem estruturado e ágil. Comprar o bilhete da primeira classe é indicado para os estrangeiros, custa um pouco mais caro, mas geralmente oferece mais assentos livres.

Ainda há o serviço de ônibus MyCiti que é mais eficiente, possui rotas e horários definidos para circulação. Os ônibus contam com faixas exclusivas espalhados por vários bairros e o usuário carrega um cartão eletrônico em Rands e cada vez que ele entrar ou sair de uma estação de parada deve passar o cartão nas pequenas máquinas eletrônicas. O valor da viagem será debitado automaticamente de acordo com os quilômetros utilizados. Para mais informações sobre rotas, horários, como comprar ou recarregar o cartão, acesse: http://myciti.org.za/en/home/

Caso precise de agilidade e conforto, os táxis (chamados de cab) são mais indicados e não custam muito caro, com exceção da alta temporada e após as 18h. Há diversas companhias seguras pelas cidades do país. Os taxistas ficam também parados em lugares turísticos, mas se quiser pode telefonar para uma agência e combinar o horário e local. Nossa sugestão é sempre solicitar os serviços de uma grande empresa de táxi.

A unidade monetária da África do Sul é o Rand (ZAR), conhecido pelo símbolo R. Cem centavos compõem um Rand (R1).

As moedas estrangeiras como Euro, Dólar são mais fáceis de serem trocadas nos bancos, hotéis credenciados e casas de câmbio. Em geral, o horário de funcionamento dos bancos é das 8h30/9h às 15h30. Apenas alguns bancos, em agências específicas, trocam Real, por isso, nem sempre é conveniente para os cidadãos brasileiros. Entretanto, há facilidade para utilização de Traveller Cheque.

Nas principais cidades existem caixas eletrônicos e de fácil acesso. Os cartões de crédito com bandeira Visa ou Mastercard são aceitos em praticamente todos os estabelecimentos comerciais. Porém, não são de fácil aceitação American Express e Diners Club. Esteja preparado quando for visitar os mercados de artesanato porque as compras só podem ser em dinheiro e isso facilita também na hora de garantir um bom desconto.

Se quiser saber o câmbio do dia ou mais informações, visite: www.resbank.co.za

O país possui um imposto de 14% sobre a circulação de mercadorias (VAT) que é adicionado ao preço da maioria dos produtos e serviços. Esse valor pode ser visualizado nas notas fiscais após uma compra ou utilização de um serviço. É possível recuperar o VAT nos aeroportos, portos e alfândegas, mas apenas quando todas as notas fiscais juntas somam mais de 250 rands.

Por isso, guarde todas as notas fiscais e quando sair da África do Sul apresente a fatura original do imposto, o formulário de controle do reembolso do VAT, seu passaporte e o item adquirido.

Folhetos explicativos e com todos os detalhes sobre reembolso do VAT estão disponíveis nos escritórios da Administração do VAT (VAT Refund Administration) nos aeroportos internacionais de Johannesburgo, Cidade do Cabo e Durban.

Para mais informações, acesse: www.taxrefunds.co.za

África do Sul tem uma diferença de cinco horas a mais no fuso horário em relação ao Brasil.

É seguro e muito comum ver a população beber água diretamente da torneira, pois é considerada uma das melhores do mundo em relação ao tratamento e pureza.

Apenas vinho é comercializado nos supermercados, outras bebidas alcoólicas devem ser compradas em lojas especializadas conhecidas como Liquor Store. Elas funcionam, geralmente, de segunda a sexta até as 17h. Nos finais de semana nem os supermercados, nem as Liquor Stores vendem bebidas alcoólicas, apenas restaurante e bares.

Muitas vinícolas não fazem degustação de vinhos aos domingos, por isso, certifique-se antes de visitá-las.

É proibido consumir bebidas alcoólicas nas ruas, nas praias. Existem vendedores ambulantes certificados pela prefeitura que podem vender apenas água, sorvete, refrigerante em algumas praias. Nos restaurantes e bares da orla já é possível ingerir bebida alcoólica.

A voltagem do país é 220 a 230V, com corrente alternativa de 50hz. As tomadas são de três pinos, mas é possível encontrar tomadas com dois pinos também. Nem sempre adaptadores são facilmente encontrados nos supermercados locais, a melhor opção mesmo é levar adaptador universal.

Devido à colonização britânica, a África do Sul possui a direção na mão inglesa, ou seja, o volante do carro é do lado esquerdo e as vias funcionam em sentidos diferentes do Brasil.

Os restaurantes não incluem 10% na nota fiscal, mas sempre é indicado oferecer uma gorjeta pelo serviço. Porém, se a mesa tiver mais de quatro pessoas, alguns estabelecimentos incluem automaticamente os 10%, por isso, fique atento.

Não existe tomada dentro dos banheiros, essa é uma medida de prevenção contra acidentes. Em alguns hotéis é possível encontrar tomada com voltagem inferior apenas para uso de barbeadores elétricos.

O país é reconhecido pela qualidade médica desde que o Professor Christiaan Barnard realizou com sucesso o primeiro transplante de coração em humanos, em 1967, na Cidade do Cabo. Existem muitos hospitais privados e centros médicos bem estruturados nos centros urbanos e alguns hospitais públicos com bom atendimento.

Entretanto, o mais recomendado é fazer um seguro de viagem com cobertura em toda África do Sul no período da sua estada, especialmente quem vai visitar áreas rurais e mais remotas. Caso tenha plano de saúde no Brasil, verifique se este oferece cobertura internacional e todas as condições de uso.

África do Sul é o único país do continente africano com colônia de pinguins. Na praia dos pinguins, a Boulders Beach, é possível observá-los bem de pertinho.

O esporte nacional é o Rugby e a nação é bi-campeã mundial nessa modalidade.

O maior bungee jump comercial do mundo tem 216 metros (Bloukrans Bridge) e está localizado no caminho da Garden Route (Rota Jardim).

As cavernas Cango Caves, localizada na região de Oudtshoorn, são uma das maravilhas do mundo e tem mais de 20 milhões de anos. Vale a pena a visita pela beleza do lugar e também para quem quiser aventura pode seguir os guias pelas rotas mais difíceis.

Na África do Sul você poderá ver o maior animal do mundo (elefante africano); o mamífero mais alto (girafa); o mamífero mais rápido (chita); o menor mamífero (dwarf shrew); o maior pássaro (avestruz); e o maior pássaro que voa (kori bustard).

O país é o maior produtor de carne de avestruz do mundo e o oitavo lugar quando o assunto é produção de vinhos. Além disso, a S.A.B (South African Breweries) é a segunda maior produtora de cerveja do mundo.

É muito comum as pessoas levarem seu próprio vinho para o restaurante, porém, se o estabelecimento vender a marca do vinho que você levou, será cobrada uma taxa.

Já ouviu falar em “oclusão bilabial incoativa velar”? É o nome de um fonema, que só existe no idioma dos bosquímanos. Ele representa um som parecido com um estalo na língua.

Os sul-africanos são apaixonados por churrasco, o famoso Braai. Existe até o dia nacional do Braai, comemorado em 24 de setembro. Nesse feriado, as famílias e amigos se reúnem ao redor da churrasqueira e celebram a nação.

Feito de um milho local e parecido com um purê de polenta, o pap é o principal acompanhamento das carnes ou vegetais nas refeições. Conhecido também de mieliepap, sua consistência pode ser líquida ou sólida.

África do Sul possui a maior companhia mineradora de ouro do mundo.

Cerca de 4 toneladas de plumas de avestruz são exportadas para o carnaval brasileiro.

 



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