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Zimbábue

Zimbábue – Espetáculo natural

O país é conhecido mundialmente pela sua grande maravilha da natureza, a Victoria Falls. Uma das maiores quedas d’água do planeta impressiona milhares de turistas anualmente e os cenários ao redor dela são realmente inesquecíveis. Não é só possível contemplar o local como também se aventurar pelas águas do rio Zambebi, há opções de rafting, canoagem e até bungee jump.

Os diversos tipos de safáris também são os grandes atrativos do Zimbábue. Já imaginou caminhar lado a lado de um leão, poder tocá-lo e sem a presença de um guia? Ou até mesmo fazer passeio de barco ou canoa perto dos hipopótamos, crocodilos? Nesse destino turístico tudo isso é possível. A vida selvagem é abundante, são centenas de espécies de pássaros, mamíferos e os Big Five são facilmente avistados.

Zimbábue possui diversas paisagens naturais, desde regiões montanhosas, exuberantes florestas até a típica savana. Existem ainda locais cercados de mistério, cultura e história. Sua diversidade étnica e linguística proporcionam uma imersão no continente africano.

Um lugar pacífico, com uma população receptiva e sempre com um sorriso especial no rosto, seja nas grandes cidades ou em vilarejos mais remotos. O alto padrão dos hotéis, do serviço e a grande estrutura dos alojamentos nos parques nacionais e reservas de safári tornam a viagem mais especial.

País da África Austral e situado entre os trópicos, o Zimbábue possui uma extensão territorial de 390.757 km². Não tem saída para o mar e faz divisa com a Zâmbia (ao norte), África do Sul (ao sul), Moçambique (a leste) e Botsuana (a oeste).

Zimbábue está situado em áreas com elevações e está limitado a leste por montanhas. A fronteira do nordeste do país é marcado pelo poderoso rio Zambezi, que está localizado ao longo do espetáculo incomparável de Victoria Falls e da extensão do Lago Kariba. Entre os limites da Zâmbia e do Zimbábue estão as Cataratas de Victoria: uma das maiores quedas d’água do mundo com origem no Rio Zambezi que nasce na Zâmbia e termina em Moçambique, desaguando no oceano Índico.

Com uma população em torno de 13 milhões de habitantes, o país está dividido em 8 províncias e duas cidades. As cidades são Harare, a capital do país, e Bulawayo. Já as províncias: Manicaland, Mashonaland Central, Mashonaland East, Mashonaland West, Masvingo, Matabeleland North, Matabeleland South, Midlands.

Cerca de dois quintos da população total vive em centros urbanos, particularmente em Harare e Bulawayo. Entre os negros que vivem nas áreas urbanas, há um número desproporcionalmente grande de homens em idade de trabalhar, deixando um excesso de pessoas idosas, mulheres e crianças em áreas rurais. Pelo menos metade das famílias negras são parcialmente ou totalmente dependentes dos homens que trabalham.

A vegetação predominante é a savanna (pastagem tropical) com algumas árvores que crescem com auxílio dos verões úmidos. As únicas verdadeiras florestas, no entanto, são as florestas verdejantes da fronteira oriental e a savana arborizada, que inclui árvores do tipo tectona (com grande valor comercial pela sua resistência), a noroeste da cidade de Bulawayo.

Várias espécies de Brachystegia (uma árvore de madeira de até 90 metros de altura com madeira clara marrom avermelhado) são dominantes nas áreas com elevações entre 900 metros (Middleveld) e ainda entre 1.500 e 2.100 metros (Highveld). Outras espécies comuns incluindo a mohobohobo (uma árvore de porte médio, com folhas grandes e em formato de coração) e ainda árvores com espinhos.

Nos vales dos rios Zambezi e Limpopo, a mopane (semelhante a mohobohobo) é comum, em conjunto com espécies de baobá e a árvores com espinhos. Eucaliptos australianos foram amplamente introduzidos, especialmente em fazendas de proprietários brancos e são usados como quebra-ventos e combustível.

Acácia australiana foi plantada nos distritos orientais como fonte de tanino (certas substâncias orgânicas que servem para transformar peles do animais em couro). Terrenos apenas com gramíneas é incomum, mas ocorre principalmente ao longo da fronteira oriental em torno de Chimanimani (Mandidzudzure, anteriormente Melsetter).

Zimbábue tem clima temperado e temperaturas muito boas o ano inteiro. Os termômetros registram, em média, entre 28°C e 35°C. Nas planícies do sul e do Vale do Zambezi para o norte e oeste, as temperaturas são sempre quentes.

Nos meses secos e frios de inverno (abril a outubro) os dias são quentes, ensolarados e as noites frias e com céu limpo. À noite a temperatura fica em torno de 5°C.

Já a estação chuvosa dura entre novembro e marco, as chuvas fortes e trovoadas ocorrem durante a tarde. As temperaturas variam entre 18°C e 32°C durante o dia, mas os parques nas áreas centrais mais elevadas (Central Highveld plateau) do país são frios. Os parques que estão em baixas altitudes serão bem quentes e chegam frequentemente a 40°C.

A melhor época para observar a vida selvagem é durante os meses secos do inverno, pois os animais costumam ficar concentrados perto de fontes de água. Também o período mais recomendado para fazer rafting na Victoria Falls. Já quem deseja ver muitas manadas de elefantes, deve programar a viagem para final do inverno (setembro e outubro) porque esses meses são ideais para percorrer o rio Zambezi no cruzeiro de safári e visualizar esses animais.

Existem 16 línguas oficiais no país, sendo o Inglês, Shona e Ndebele os mais falados. Mais de dois terços da população do Zimbábue falam Shona como seu primeiro idioma, enquanto que cerca de um em cada cinco falam Ndebele. Ambos Shona e Ndebele são línguas Bantu.

Os outros idiomas são: Chewa, Chibarwe, Kalanga, Khoisan, Nambya, Ndau, Shangaan, sign language (linguagem de sinais), Sotho, Tonga, Tswana, Venda e Xhosa.

Entre os anos 1.200 e 1.600 houve a ascensão e declínio do domínio Monomotapa, que teria se associado com a sociedade do Great Zimbabwe (Grande Zimbábue) por conta da mineração de ouro e comércio internacional. Acredita-se que a sociedade que vivia nas ruínas do Great Zimbabwe se tornou cada vez mais influente durante o século XI. Os suaílis, os portugueses e árabes que estavam navegando ao longo da costa de Moçambique começaram a negociar porcelana, tecido e vidro com as pessoas do Great Zimbabwe em troca de ouro e marfim. O nome “Zimbabwe” foi provavelmente derivada da língua Shona: “Dzimba dza mabwe” que significa “casa de pedra”. E as ruínas hoje são as maiores e mais importantes da África subsaariana.

Por volta de 1830, o povo Ndebele escapou da violência imposta pelos Zulus e proporcionada pela migração Boer – quando holandeses chegaram no território hoje conhecido como África do Sul e começaram a exterminar o povo nativo – e foram para o norte, onde se estabeleceram e o local passou a ser chamado de Matabeleland.

Entre 1830 e 1890, os caçadores europeus, comerciantes e missionários começaram a explorar a região a partir do sul. Nessas missões estava presente Cecil John Rhodes, um empresário britânico, magnata da mineração e político na África do Sul. Em 1889, a empresa British South Africa Company Rhodes (BSA) ganha um mandato britânico para colonizar o território. Rhodes foi o fundador do território da Rodésia do Sul, em 1895.

Os primeiros grupos de colonos brancos chegam no sul, em 1890, onde seria mais tarde a capital Harare. O povo Ndebele se revolta contra o domínio BSA, mas em 1893 são massacrados. Só em 1922 que a administração BSA termina e a minoria branca opta por um um governo próprio e o território passou a ser conhecido como Rodésia. Uma lei de divisão de terras restringe, em 1930, o acesso dos negros à terra, forçando muitos ao trabalho assalariado. Já em 1953, os britânicos criaram a Federação Africana Central (Central African Federation), composta pela Rodésia (atual Zimbábue), Rodésia do Norte (hoje Zâmbia) e Niassalândia (Malawi). Entretanto, essa federação foi rompida após a Zâmbia e Malawi conquistarem sua independência, em 1963.

Ian Smith, da Frente Rodesiana (Rhodesian Frent – RF), torna-se o primeiro-ministro e tenta convencer a Grã-Bretanha a conceder a independência. Em 1965, Smith declara unilateralmente a independência sob o governo de minoria branca, o que provocou indignação internacional e sanções econômicas. Em 1972, as guerrilhas contra o regime branco se intensificam, com rivais Zanu e Zapu operando a partir da Zâmbia e Moçambique. Só em 1978, Smith cede à pressão e começam as negociações. As eleições para legislatura de transição foram boicotadas pela Frente Patriótica composta por Zanu e Zapu. O novo governo da Rodésia do Zimbábue, liderada pelo bispo Abel Muzorewa, não consegue ganhar reconhecimento internacional e a guerra civil continua.

Em 1979, a Inglaterra intermediou as negociações entre todos os partidos, em Lancaster House, em Londres, o que levou a um acordo de paz e ainda sobre a nova constituição, que garantia os direitos das minorias. Em 1980, o veterano líder pró-independência Robert Mugabe e seu partido Zanu ganham as eleições de independência supervisionada pelos britânicos. Mugabe é nomeado primeiro-ministro e o líder Zapu, Joshua Nkomo, passa a compor seu gabinete. A independência em 18 de abril de 1980 é reconhecida internacionalmente.

Dois anos mais tarde, Mugabe demite Nkomo, acusando-o de se preparar para derrubar o governo. A Quinta Brigada (Fifth Brigade), que recebeu treinamento norte-coreano, foi implantada para esmagar a rebelião pró-Nkomo, formada por ex-guerrilheiros nas províncias Midlands e Matabeleland. As forças do governo são acusadas ​​de matar milhares de civis e continua durante os anos seguintes.

Robert Mugabe serviu como primeiro-ministro do Zimbábue desde 1980, e após mudar a Constituição se torna presidente do país em 1987. Ele foi reeleito para a presidência várias vezes (1984, 1990, 1996 e 2002, 2008), mas as eleições foram supostamente manchadas por fraudes e intimidação de eleitores e Mugabe continua presidente executivo até hoje, aos 90 anos.

Embora nominalmente um Estado multipartidário, na prática, o partido do presidente Mugabe domina o sistema político. Quando os negros tomaram o poder mudaram o nome do país para Zimbábue. O novo governo formado pela maioria negra, foi revanchista com os brancos. Muitos fazendeiros tiveram as suas terras confiscadas pelo governo, além de serem expulsos do país. O Zimbábue entrou numa época de falência total da sua economia desde o final da década de 80, quando Mugabe passou a confiscar as terras dos fazendeiros brancos para fazer assentamentos. Com isto, a produção agrícola caiu drasticamente e o país, antes exportador de produtos agrícolas, passou a importador, e a população nas cidades começou a passar fome e a hiperinflação destruiu a sua moeda, em 2006. Atualmente, estima-se que o Zimbábue seja um dos países com maior número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, apesar de 91% dos zimbabuanos serem alfabetizados.

Em 2013, foi aprovada a nova Constituição, a lei fundamental submetida a referendo reduz os poderes do presidente e limita seus mandatos ao máximo de 10 anos. Suprimiu o cargo de primeiro-ministro, ocupado atualmente por Morgan Tsvangirai, principal opositor de Mugabe, com o qual tem uma difícil convivência em um governo de união nacional imposto há quatro anos pelos países vizinhos para impedir uma guerra civil, que esteve a ponto de explodir após a violenta campanha eleitoral de 2008.

Surgiram vários casos de violência e de intimidação, perpetuados contras os opositores políticos de Robert Mugabe. O seu governo é considerado um dos mais corruptos de todo o continente africano, sendo suspeito de vários esquemas paralelos de venda de diamantes e outros minerais do país. Governando num regime de caráter autoritário e antidemocrático, Robert Mugabe, um exacerbado nacionalista, é responsabilizado por aprovar polêmicas restrições ao direito de voto e uma lei que permite o afastamento dos observadores independentes nas eleições, além de uma severa perseguição à imprensa nacional. Da mesma forma, limita os direitos civis dos cidadãos do seu país.

Cidadãos brasileiros precisam de visto de entrada para o Zimbábue, que deve ser providenciado junto à Embaixada em Brasília com antecedência.

Documentos necessários para o visto de turista:

  • Passaporte original com validade mínima de 06 meses e pelo menos duas páginas em branco;
  • 01 formulário preenchido e assinado;
  • 02 fotos 3×4 recentes e iguais;
  • Cópia do bilhete aéreo (ida e volta);
  • Certificado Internacional de Vacinação original, comprovando que tomou a vacina contra febre amarela.

 

Para mais informações, outros tipos de visto, entre em contato com a Embaixada em Brasília.

 

Embaixada da República de Zimbábue em Brasília – DF

SHIS QI 03 Conjunto 10 Casa 13,
CEP 71.605-300 – Brasília / DF
Tel: (61) 3365-4801, 3365-4802
Fax: (61) 3365-4803
E-mail: zimbrasilia@uol.com.br

O país possui muitas áreas de preservação da natureza e vida selvagem, principalmente parques nacionais e reservas de safári. Os turistas podem contar com inúmeras opções de atividades aéreas, aquáticas e terrestres oferecidas dentro dessas áreas, além disso, há luxuosas acomodações que tornam os passeios muito mais agradáveis.

Hwange National Park é o maior parque nacional do Zimbábue, cobrindo uma área de mais de 14.600 km², localizado na parte oeste, na fronteira com Botsuana. O parque tem uma das vistas mais privilegiadas para observação da vida selvagem, sendo um dos parques mais visitados. Hwange possui a maior diversidade de animais e mais de 400 espécies de aves, 105 espécies de mamíferos, incluindo 19 grandes herbívoros e 8 grandes carnívoros. Além dos predadores, há espécies ameaçadas de extinção, como o cão selvagem, onde é possível encontrar um dos maiores grupos sobreviventes no continente africano. Caminhar ao redor do parque é permitido ou fazer passeio de canoa. É impossível não ficar impressionado com a variedade de paisagens, desde deserto, bosques, pradarias e até formações de granito.

O Parque Nacional do Zambezi tem 40 quilômetros do impressionante rio Zambezi passando por ele. Na fronteira com a Zâmbia, o parque é rico em vida selvagem, possui uma vegetação composta por floresta do tipo mopane e ainda savana. Durante um safári é possível observar os hipopótamos, elefantes, girafas, outras espécies de antílopes, zebras, búfalos, entre outros. O Parque Nacional do Zambezi junto com o Parque Nacional Victoria Falls cobrem uma área de 56 hectares.

Com 1.708 metros de altura, Victoria Falls é conhecida como a maior cortina de água do mundo, mais de 550 milhões de litros de água jorram por minuto. As quedas d’água e os arredores foram declarados parques nacionais e Patrimônio da Humanidade. A vista das cachoeiras do lado do Zimbábue e da Zâmbia são bastante diferentes, variam conforme a época do ano e do fluxo de água. David Livingstone foi o primeiro a descobrir Victoria Falls, em 1855, e nome foi uma homenagem à Rainha Vitoria, da Inglaterra. Existe um monumento dele no parque que conta a história desse descobrimento. Inúmeras opções de aventuras ao redor das quedas d’águas são oferecidas.

Mana Pools National Park, fica no extremo norte do país, na fronteira com a Zâmbia. O nome “Mana” significa “quatro”, e faz referência às quatro piscinas situadas ao redor. Esse parque é um Patrimônio Mundial e abriga inúmeras espécies de pássaros e uma grande variedade de vida selvagem, incluindo elefante, búfalo, zebra, antílopes, hipopótamos e crocodilos, além dos raros rinocerontes negros. A melhor época para visualização dos animais é durante a estação seca, entre setembro e outubro. Os visitantes podem fazer um safári à pé ou de canoa pelo Rio Zambezi. A pesca no Mana Pools e no Rio Zambezi é permitida sem uma licença.

O Rio Zambezi é um dos melhores destinos de aventura aquática do mundo. Quem curte adrenalina não pode perder o excelente rafting nas Gargantas Zambezi abaixo das quedas d’água, além da canoagem e caiaque.

Victoria Falls, conhecida como “fumaça que troveja”, é a grande atração do país. Sem dúvida, um dos espetáculos naturais mais impressionantes do planeta, não foi por acaso eleita uma das Sete Maravilhas do mundo. Sobrevoar as cachoeiras de helicóptero é uma experiência única, os aventureiros podem ainda saltar de bungee-jump na ponte do Zambezi.

Zimbábue oferece hotéis e acomodações nos parques e reservas de safári de altíssima qualidade, o serviço também é excelente. Os hotéis mais luxuosos possuem traços do período colonial.

O único safári a pé da África entre os leões e ainda sem guia só pode ser feito em Mana Pools. Isso acontece porque existe um projeto de reintegração de leões na natureza que foram retirados de zoológicos. Nesse projeto, os leões passam por várias fases, a primeira delas é ter contato com humanos, depois aprendem a caçar e, por último, são colocados dentro das reservas de safári. No parque também é possível atravessar o rio Zambezi em canoa e observar hipopótamos e crocodilos. Os turistas são presenteados ainda com um belíssimo pôr-do-sol.

O maior parque nacional do Zimbábue, Hwange National Park, reúne muitas espécies de pássaros, animais selvagens e uma das grandes concentrações de elefantes da África.

Os Big Five também podem ser vistos no cruzeiro de safári pelo Lago Kariba, no Parque Nacional de Matusadona. Kariba está entre os maiores lagos artificiais do mundo e o segundo maior da África.

Parque Nacional de Matobo combina história, lindas paisagens e vida selvagem. Um dos pontos mais visitados é o local de sepultamento de Cecil John Rhodes, no topo da montanha Malindidzimu, que é conhecida como “visão do mundo”. Rhodes foi um empresário britânico que fundou a Rodésia, atual Zimbábue.

A capital Harare é reconhecida pelos artistas locais, oferece muitas opções de artesanato e, além disso, na última semana de abril é palco do HIFA, o Festival Internacional de Artes de Harare.

Nas terras altas da porção oriental do país é recomendado subir os picos mais altos do Zimbábue para avistar paisagens incríveis e até ver Moçambique. Os visitantes podem ainda pescar ou jogar golfe.

Localizado em uma região repleta de história, o Parque Nacional Motopos fica na parte sudoeste do país, apenas a 40 quilômetros da cidade de Bulawayo.

Great Zimbabwe é a maior e mais antiga estrutura de pedras do sul da África. É uma cidade em ruínas impressionante que foi a capital do Reino do Zimbábue. O monumento, com área de 722 hectares, começou a ser criado no século XI e continuou sendo erguido até 300 anos antes do século XIV. Seu ponto mais alto foi constrído por mais de 18 mil pessoas e as suas paredes são impressionantes porque têm mais de 5 metros de altura e não foi usado cimento entre as pedras que resistem até hoje.

Para aproveitar ainda mais os passeios, especialmente os safáris é indicado levar binóculos, repelente de insetos, lanterna, chapéu com abas ou boné, protetor labial, protetor solar e óculos de sol. Dê preferência para roupas leves, em tons claros e neutros para não compreter a visualização dos animais e sapatos fechados, confortáveis e de cadarço. Sempre carregue um casaco leve por conta das mudanças bruscas de temperatura e ele vai ajudar ainda na proteção contra insetos, no final do dia.

Durante o passeio pela Victoria Falls é recomendado levar guarda-chuva ou capa de chuva por causa do vapor d’água das cachoeiras que atingem todo o parque.

As estradas de Mutare passando por Harare, Bulawayo e até Plumtree apresentam excelentes condições de tráfego. Fora desses locais, muitas vias possuem trechos desgastados. A recomendação é não dirigir à noite fora das grandes cidades e evitar paradas ao longo do trajeto. No geral, quem visita o país pode facilmente aproveitar a oportunidade e conhecer os países vizinhos de fronteira por via terrestre.

O meio de transporte popular é o mini-bus, são vans brancas, conhecidas como Kohmbees (kombis). Elas circulam nos principais subúrbios e entre as principais cidades. Geralmente, estão lotadas (acima da capacidade de 14 pessoas) e os motoristas são imprudentes, fazem paradas bruscas para buscar mais passageiros.

Outra opção é o trem, mas os horários não são confiáveis e não é muito recomendado para os turistas porque além de ser lento, não é tão seguro em relação à manutenção. Os táxis são mais recomendados, principalmente os reservados ou indicados pelos hotéis.

 

O dólar americano é a moeda oficial do país. Zimbábue não possui uma identidade monetária. Em 2009, após a severa hiperinflação que destruiu sua moeda, o país adotou o dólar americano como oficial, além de permitir a circulação do Euro, do Rand sul-africano e do Pula de Botsuana. No início de 2014, o país começou a aceitar ainda a moeda chinesa, o Yuan, e outras moedas asiáticas como unidades correntes. Isso só foi possível depois que as relações econômicas melhoraram com aqueles países nos últimos anos.

Mesmo assim, a população continua com um grande problema porque não há moeda estrangeira suficiente para as suas trocas comerciais básicas, como no supermercado, na feira, lojas de artesanato ou lanchonetes. A recomendação é levar notas pequenas para facilitar trocos nos passeios e durante as compras. Pagar em dólares e receber o troco em rand é comum por lá.

Os maiores hotéis e alguns restaurantes aceitam cartão de crédito e o valor é cobrado em dólar norte-americado. Traveller’s cheques em Libras, Euro, Dólar, são aceitos. Os caixas automáticos estão espalhados pelas principais cidades, próximos a locais turísticos. O horário de funcionamento dos bancos, em geral, é de segunda a sexta das 8h às 15h e aos sábados das 8h às 11h30.

Zimbábue tem uma diferença de cinco horas a mais no fuso horário em relação à Brasília.

O parque Mana Pools se tornou parte do programa de conservação do meio ambiente chamado Carry In, Carry Out. Funciona da seguinte forma: o visitante receberá orientações e uma sacola plástica para descartar todo lixo produzido (garrafas plásticas, latas, sacos de alimentos, etc) durante o passeio, itens biodegradáveis podem permanecer no local. Na saída, deve mostrar a sacola para as autoridades, e fora do parque o turista é responsável pelo destino final do lixo.

Fique atento para não ter contato com as águas do Parque Nacional Matopos porque há risco de contrair esquistossomose.

Dispositivos de navegação funcionam bem e o sinal de celular está disponível principalmente nas cidades, juntamente com a capacidade de dados com conexões 4G em Harare e Victoria Falls.

Leve para a viagem medicamentos que você já está acostumado a usar para dor, febre, antialérgico, antiácido, por exemplo, pois muitos remédios não são encontrados facilmente no país.

A voltagem do país é 220V – 50Hz.

Aconselhamos aquisição de seguro internacional confiável antes do embarque que deve cobrir doença, acidente, roubo, evacuação aérea e ainda despesas hospitalares.

Existe risco de malária em todo o Zimbábue, exceto em Harare, devido à elevada altitude da capital.

Algumas precauções durante a viagem são necessárias: use repelente de insetos, especialmente à noite, mosquiteiro e opte por roupas de mangas compridas e calças, já que assim o seu corpo vai estar menos exposto às picadas dos mosquitos.

A economia do país é uma das mais devastadas do mundo, resultante de anos de política econômica desastrosa pelo despótico presidente Robert Mugabe. A inflação alcançou as maiores taxas do planeta desde que declarou a sua independência. Em 2008, bateu a marca de 2,2 milhões porcento ao ano.

Em janeiro de 2009, o país tinha notas no valor de 100 trilhões de dólares zimbabuanos e logo em seguida a moeda se desvalorizou tanto que não era possível comprar um pedaço de pão. Hoje, essas notas são vendidas em sites de compras online como souvernirs.

Caso Robert Mugabe seja eleito novamente, o governante mais idoso da África poderá permanecer no poder até seus 99 anos.

Os Vadoma são conhecidos como “Tribo dos homens-avestruz” porque possuem apenas dois dedos no pé. Isso acontece devido a uma característica de ordem genética predominante na população que habita o norte do país, especialmente os distritos de Urungwe e Sipolilo, no vale do rio Zambezi.

Sadza é preparado com milho branco e faz parte da alimentação básica no país. É geralmente servido com molho de tomate e na maioria das vezes a carne é o acompanhamento.

A carne polony é muito consumida no Zimbábue, é um apresuntado vendido até como petisco de rua.

No lago Kariba, um desastre ecológico com uma fazenda de lagostim fez com que o animal se proliferasse na região, pois havia alimentos e condições de desenvolvimento, e ele se tornou o prato típico do norte do país.



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