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Botsuana

Botsuana – Paraíso selvagem

Já imaginou fazer um safári em canoa, a cavalo ou até montado num elefante? Isso só é possível em Botsuana, além é claro, das opções mais tradicionais em veículos 4×4. O país é reconhecido por ter um dos mais ricos santuários de vida selvagem do continente africano e pela maior porcentagem de área natural protegida em regiões remotas. Toda essa biodiversidade, possibilidade de passeios e acomodações tornam Botsuana o destino ideal quando o assunto é safári.

Entre as maravilhas naturais do país está o Rio Okavango, que ao contrário dos outros canais hídricos que deságuam no mar, ele desemboca no meio do Deserto do Kalahari, que cobre 84% do território nacional. Graças a esse fenômeno incomum, a cada período de chuva o rio despeja 11 quilômetros cúbicos de água na vastidão árida e dá origem ao Delta do Okavango – o mais extenso delta interior do mundo. Seus canais formam ilhas que são habitadas pelos “Big Five”, os cinco mamíferos selvagens de grande porte e mais difíceis de serem caçados pelo homem: leão, búfalo africano, elefante, leopardo e rinoceronte.

Botsuana é mesmo uma terra de grandes contrastes, a paisagem desértica predomina, porém na região norte o cenário já bem diferente: verde, fértil e alagado. Os tradicionais vilarejos são também um contraponto às modernas e agitadas cidades. A capital Garabone é uma das que mais cresce na África desde a independência do país, em 1966, e esse desenvolvimento está diretemente relacionado com a exploração de riquezas minerais, a nação é uma grande produtora mundial de diamantes.

Entre as lembranças memoráveis desse país estão os sons e movimento dos animais, a sensação de que o lugar não tem fronteiras pela imensidão de suas múltiplas paisagens, cheiro de terra, pôr-do-sol emocionante em tons de laranja, céu brilhante e repleto de estrelas à noite e gente hospitaleira.

Localizado em uma região semiárida no sul da África, o país faz fronteira com Zâmbia (ao norte), Zimbábue (a leste), Namíbia (a oeste) e África do Sul (ao sul). Dois terços de Botswana estão situados no Trópico de Capricórnio e a maior parte do país está a uma altitude de mil metros. Só é possível encontrar pequenas montanhas na porção leste, pois praticamente o relevo é plano.

Com uma área de aproximadamente o tamanho da França ou Quênia, abriga cerca de 18,5 milhões de habitantes. Possui 11 distritos e os centros urbanos do país são Francistown, Lobatse, Selebi-Phikwe, já os centros turísticos estão em Maun e Kasane.

A savana é a vegetação típica do país, nenhum viajante se esquecerá da vastidão árida, os vales de areia com seus arbustos e gramíneas resistentes às duríssimas condições da seca. As areias do deserto de Kalahari cobrem 84% de Botswana, principalmente toda região central e sudoeste. Os índices pluviométricos são muito pequenos, cerca de 250 milímetros anuais. Por isso, a denominação Kalahari significa “a grande sede”, na língua nativa.

Entretanto, as áreas situadas ao norte do país são uma exceção, pois perenemente estão alagadas. Isso acontece graças ao Rio Okavango que nasce em Angola, segue pela Namíbia e deságua em Botsuana, transformando o deserto no Delta do Okavango, um verdadeiro oásis para milhões de animais selvagens, com uma área de mais de 15 mil km² de savana. Esse maravilhoso fenômeno natural, que tem seu pico entre maio e junho, muda completamente a paisagem da região, o que era seco e árido se torna alagado, verde e repleto de biodiversidade.

O país apresenta clima Tropical de Altitude e, por isso, as temperaturas são extremas. No inverno (entre final de maio e agosto) os dias são geralmente ensolarados, quentes, mas a temperatura esfria durante a noite e muitas vezes os termômetros marcam abaixo de zero grau Celsius. Esse período é seco e ideal para visualização dos animais, pois eles se concentram perto das fontes de água.

Em setembro e outubro a temperatura é extremamente quente e também indicada para observação dos animais. Entre maio e outubro é a melhor época para um safári no Delta do Okavango. Nesses meses, o Delta está em sua cheia e atrai várias espécies de animais.

Durante o dia no verão (entre outubro e abril) as temperaturas podem ultrapassar 40°C, e as chuvas típicas nessa época atrapalham as vias de acesso por terra, o que pode comprometer as rotas para os passeios e a visualização dos animais.

O idioma oficial é o inglês, amplamente falado nas áreas urbanas e nos vilarejos, principalmente pelos mais jovens. Porém, a língua nacional é o Setswana, que apresenta pequenas diferenças nos dialetos locais.

A História de Botsuana sofreu grande influência da África do Sul.  Batswana era o termo que designava os cidadãos de Botsuana e se refere ao maior grupo étnico da África do Sul (Tswana) que migrou para o país vizinho durante as Guerras Zulu, nos anos 1800. Antes do contato europeu, eles viviam como agricultores e pastores e obedeciam as regras tribais.

No século XIX, após a hostilidade dos colonos Batswana e Boer (originários do Tranvaal), os Batswana pediram ajuda para solucionar os conflitos e o Governo Britânico decidiu tornar “Bechuanaland” um protetorado sob sua vigilância, em 1885.

Em 1909, a África do Sul queria anexar ao seu território o Protetorado de Bechuanaland, Basuotoland (hoje Lesoto) e Suazilândia, mas receberam garantias dos britânicos que não seriam parte dessa proposta de união. Com a expansão da autoridade britânica e evolução do governo tribal, foram estabelecidos dois conselhos consultivos, em 1920, um que representava os africanos e outro os europeus. Em 1934, foram regularizadas as regras e poderes tribais e, em 1951, foi criado um único conselho Europeu-Africano. Dez anos mais tarde (1961), a Constituição foi promulgada e estabeleceu um conselho legislativo consultivo.

Em 1964, os britânicos aceitaram a proposta de independência  e criação de um governo democrático em Botsuana. A sede do governo mudou de Mafikeng, na fronteira com a África do Sul, para Garabone, em 1965. A Constituição conduziu a primeira eleição e o Protetorado de Bechuanaland torna-se independente e passa a se chamar Botswana, em setembro de 1966. Desde então, o país se tornou um grande exemplo de democracia no continente africano ao realizar eleições regulares e conseguiu também manter uma estabilidade econômica, graças à extração de riquezas minerais.

O Partido Democrático de Botsuana (BDP) está no poder desde a primeira eleição e continua representando os anseios da maioria da população. Seretse Khama, líder do movimento de independência, foi eleito o primeiro presidente, posteriormente reeleito duas vezes, porém faleceu em 1980. A presidência foi conduzida pelo vice-presidente, Ketumile Masire, que foi eleito democraticamente em 1984 e reeleito em 1989 e 1994. Entretanto, aposentou-se das atividades politicas em 1998, aos 72 anos. Mas seu vice, Festus Mogae, se tornou o terceiro presidente nas eleições de 1999 e depois ganhou o segundo turno das eleições em 30 de outubro de 2004. Seu vice naquele ano passou a ser Ian Khama, filho do primeiro presidente e fundador do partido BDP. Atualmente, Tseretse Khama Ian Khama preside o país.

Por se opor ao regime de segregação racial na África do Sul, Botsuana foi alvo do exército sul-africano sob acusação de abrigar guerrilheiros do Congresso Nacional Africano, partido de Nelson Mandela. Só a partir dos anos 90, com o fim do Apartheid, que as relações bilaterais entre os dois países melhoraram.

Cidadãos brasileiros não precisam de visto para entrar em Botsuana e podem ficar a turismo no país por um período de 90 dias. O visto é garantido na entrada do país. Mas, não se esqueça de ter o passaporte válido por seis meses a partir da data da viagem e com duas páginas em branco, pelo menos.

Para mais informações, acesse o site da Embaixada de Botsuana no Brasil: http://www.botswanaembassy.org.br

Embaixada de Botsuana no Brasil:
SHIS QI09, Conjunto 16, Casa 03
Lago Sul, Brasília-DF
CEP 71625-160
Brasil

Com total de 38% do seu território destinado a parques nacionais, reservas e áreas de gerenciamento de vida selvagem, Botsuana é o lugar certo para observação dos mamíferos, répteis, pássaros e ainda para apreciar diferentes espécies de plantas. A infraestrutura dos parques nacionais contribue e muito para que os passeios sejam inesquecíveis. Sem dúvida, os visitantes são presenteados com um contato único e surpreendente com a natureza.

O Chobe National Park, no nordeste do país, é considerado o paraíso dos elefantes, onde é possível encontrar mais de 60 mil deles. Também é o refúgio de mais de 400 espécies de animais, entre eles, búfalos, hipopótamos. Uma forma diferente de conhecer o local é pedalando em circuitos de mountain-bike e um passeio indicado no final do dia é o cruzeiro de pôr-do-sol pelo Rio Chobe. O parque possui ainda acomodações bem confortáveis.

Já os milhares de flamingos estão nos desertos salinos do Makgadikgadi Pans National Park, numa área de 12 mil km². Lá é possível observar a vida selvagem nas margens do Rio Boteti. Também faz parte do complexo de Makgadikgadi, o Nxai Pan National Park, que abriga gnus, zebras, impalas, cão selvagem, hiena marron, antílopes, entre outros.

Na fronteira entre Botsuana e África do Sul está localizado o Kgalagadi Transfrontier Park, que oferece ao visitante uma experiência única na observação de mais de 170 espécies de pássaros.

O horário de funcionamento varia conforme os meses (entre 1º de abril e 1º de setembro das 06h às 18h30 e no período de 1º de outubro a 1º de março das 05h30 às 19h), com exceção do Kgalagadi Transfrontier Park. É imprescindível fazer a reserva com antecedência tanto para conhecer os parques quanto permanecer nas reservas públicas, além de pagar um valor por pessoa ou grupo e também por tipo de veículo que será utilizado. Para mais detalhes, acesse: http://www.mewt.gov.bw/DWNP/article.php?id_mnu=163

A preservação da natureza é uma preocupação constante do governo local, portanto, os visitantes devem conhecer algumas regras básicas nos parques nacionais ou Game Reserve. Entre elas: não remover plantas e animais, não dirigir ou circular após as horas de fechamento dos parques e reservas, a velocidade máxima permitida é 40 Km/h, não tocar ou alimentar os animais durante os passeios.

Botsuana possui lugares intocáveis e preservados e a sensação é que a nação esconde muitos segredos no coração da África. Tanto é possivel relaxar em ambientes mais isolados, curtir um passeio silencioso no transporte local “mokoro” (canoa) nos cursos d’água, como também se aventurar nas inúmeras opções de atividades nas áreas de safári.

O visitante pode conhecer cada canto de Botsuana de uma forma diferente, seja num veículo 4×4, a pé, de bicicleta, numa canoa, a bordo de um barco. Cada opção oferece experiências surpreendentes.

O Delta do Okavango é um pântano permanente e considerado a grande maravilha de Botsuna por ser o refúgio dos “Big Five”.

A infraestrutura dos parques nacionais e das acomodações do país, tanto públicas como privadas, proporcionam um contato especial com a natureza. Inclusive, o país possui hotéis que são considerados os mais luxuosos do continente.

Moremi Game Reserve foi eleita por renomadas associações de turismo como a melhor reserva de caça da África. Com uma área de 3.900 km², está situada na região central e oriental do Delta do Okavango, por isso, ostenta um dos mais ricos ecossistemas do continente. É possível observar mais de 400 espécies de pássaros, muitos deles de migração ou ameaçados de extinção. Rinocerontes brancos e negros foram reintroduzidos recentemente e agora é o destino dos “Big Five”.

A Central Kalahari Game Reserve é uma das maiores reservas do mundo, com seus 52 mil km². O parque ficou fechado por 30 anos e só foi reaberto ao turismo no final da década de 90, o que garantiu a preservação de sua fauna e flora. O local é o habitat de girafas, leões, hienas, entre outros animais. Tsodilo Hills são colinas localizadas no interior desse parque. O maior de seus picos chega a 1,4 mil metros de altura. Mas, é amplamente visitada por conta das suas 4 mil pinturas rupestres datadas de mais de 100 mil anos atrás, tanto que é batizada de Louvre Selvagem e foi reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, em 2002, devido a sua importância cultural e histórica.

Já o Northern Tuli Game Reserve, com 71 mil hectares, é uma ótima opção para entrar em contato com a natureza em ambientes preservados e isolados do grande turismo. O lugar abriga 48 espécies de mamíferos e mais de 350 espécies de pássaros, a estimativa é que 20 mil animais habitam essa reserva.

Para curtir ainda mais a viagem, não se esqueça de incluir na mala binóculos, repelente de insetos, lanterna, chapéu com abas ou boné, protetor labial, protetor solar e óculos de sol.

Em geral, prefira roupas de algodão em tons claros e neutros, pois se misturam bem com a vegetação local e não comprometem a observação dos animais. Evite roupas com material sintético e em cores escuras porque aumentam transpiração e podem causar muito desconforto nos dias extremamente quentes.

Além disso, sapatos fechados e confortáveis são indispensáveis, tênis ou botas são boas opções.

Sempre leve na mochila um casaco leve por conta das mudanças bruscas de temperatura e ele vai ajudar ainda na proteção contra insetos.

Já no inverno – entre maio e agosto – inclua casacos e calças confortáveis e que aqueçam bem seu corpo, especialmente pela manhã e final de tarde.

O transporte público é confiável e barato. Porém, a rota dos ônibus e trem está limitada entre os centros urbanos e a maioria das atrações turísticas de Botsuana está fora desses trajetos.

A opção mais popular é o “Minibus”, como são conhecidas as combis de cor azul na cidade, elas seguem por vias pré-estabelecidas nos arredores das grandes cidades como: Gaborone, Kasane, Ghanzi, Molepolole, Mahalapye, Pala­pye, Francistown, Selebi-Phikwe, Lobatse e Kanye.

Os taxis devidamente registrados são na cor azul, mas eles não costumam circular pelas cidades à procura de passageiros, nem mesmo na capital do país. Eles costumam levar quatro passageiros por vez e possuem um roteiro definido, por exemplo, do centro até a parte leste, e levam todos até o destino desejado. Por isso, caso precise de um, o mais indicado é ligar para uma companhia de taxi ou se dirigir até uma estação de ônibus ou trem mais próxima, pois lá será mais fácil encontrá-los.

A moeda de Botsuana é o Pula (P), que significa chuva no idioma Setswana. Um Pula equivale a 100 thebe (quer dizer escuro, em Setswana).

Moedas estrangeiras como Dólar, Euro, Libra inglesa e Rands sul-africano são mais fáceis de serem trocadas nos bancos, casas de câmbio e hotéis autorizados. Também há essa facilidade para Travel Cheque. Os bancos normalmente funcionam de segunda a sexta das 8h30 as 15h30 e aos sábados entre 8h30 e 10h45.

Caixas eletrônicos são mais encontrados nas grandes cidades e cartão de crédito Marstercad e Visa são aceitos em praticamente todo país, seja em restaurantes, lojas. Porém, nos vilarejos e em locais de artesanato local geralmente as compras devem ser feitas em dinheiro.

Um imposto de 12% sobre circulação das mercadorias já está incluso no preço de muitos produtos e serviços. Para solicitar o reembolso desses valores é necessário gastar mais de P5000 (cinco mil Pulas) no país e apresentar o cupom fiscal das compras, passaporte e informar sua conta bancária. Isso pode ser feito na saída do país nos postos aduaneiros e aeroportos.

Guarde sempre a cópia do formulário VAT como prova e por precaução. Também será mais fácil acompanhar depois da viagem se a transação foi feita corretamente.

Desde 1º de janeiro de 2014, o governo de Botsuana suspendeu indefinidamente a caça comercial da fauna em áreas públicas ou controladas.

Para a conservação da natureza selvagem, o governo limita a quantidade de visitantes, o período de visita e há um alto custo para entradas e permissões nos parques nacionais, acomodações públicas. Por isso, programe-se com antecedência.

A direção no país é do lado esquerdo. Quem vai dirigir pelos parques nacionais deve seguir algumas regras gerais, como por exemplo, levar pelo menos 20 litros de água por pessoa, já nas áreas desérticas a quantidade deve ser entre 50 e 100 litros por visitante. Além disso, no mínimo 100 litros de combustível em tanques.

A voltagem do país é 220/240w e as tomadas são de dois traços ou dois circulos. Observe seus equipamentos eletrônicos e se é necessário levar adaptador.

Todas as grandes cidades de Botswana possuem shopping centers, supermercados, lojas de departamentos e é possível encontrar muitos produtos e serviços. Nos postos de gasolina, as lojas de conveniência ficam abertas 24 horas.

Nos supermercados é possível adquirir chip telefônico das operadoras locais e até pacotes de banda larga.

Programe-se para levar sempre dinheiro nos passeios para comprar artesanato local, especialmente nas comunidades mais remotas ou fora das grandes cidades.

Turistas podem comprar jóias com diamante em lojas ou vendedores autorizados e elas devem acompanhar um certificado de procedência com todas as informações do produto. O país tem um sistema bem exigente de certificação, o que confere garantias sobre a qualidade e local de extração do diamante.

Ninguém é obrigado a pagar uma gorjeta pelo serviço nos restaurantes, bares, hotéis, mas é recomendado acrescentar 10% quando achar que o serviço foi bem executado.

A água da torneira é confiável, mas quem preferir a água engarrafada pode comprar facilmente nas lojas, supermercados.

Apesar de o país possuir boas instalações de cuidados de saúde de primário, ter uma apólice de seguro médico abrangente é fundamental para quem deseja conhecer Botsuana, especialmente suas áreas mais remotas. Certifique-se que ele cobre acidentes, tratamento de doenças graves ou se for necessária evacuação médica.

Os índices de malária aumentam no período chuvoso, entre novembro e abril, particularmente no norte do país nas áreas do Okavango e Chobe. Portanto, é fundamental se prevenir antes da viagem e consultar um médico para tomar medicações prescritas, uma vez que, os tipos de malária e drogas para combatê-la mudam constantemente. Outras medidas preventivas devem ser seguidas, entre elas: usar roupas com mangas compridas, sapatos fechados e manter o corpo coberto quando possível. Além disso, dormir com um mosquiteiro e usar repelentes.

Em Botsuana é possível encontrar a única população de leões nadadores, isso acontece por causa das cheias, quando eles são forçados a entrar na água para caçar os antílopes.

As colinas “Tsodilo Hills” são consideradas sagradas, pois a população acredita que os espíritos dos ancestrais permanecem ali. Antigamente, seus antepassados realizavam rituais religiosos, pintavam o rosto para pedir conselhos e chuva. O local foi ocupado pelos Sans – primeiros habitantes, e depois pelos Hambukushu, que estiveram por lá há mais de 200 anos.

Nas áreas rurais um dos destaques são as “Kgotlas”, um lugar designado nas vilas para encontros e nele a população pode lançar reclamações, desabafar, mas sempre em clima de respeito mútuo.

O masonja é uma iguaria típica preparada com carne amarela, ou seja, vermes (lagartas) cozidos com tomate, cebola, especiarias e às vezes até adicionam mel.

Outra comida popular é a “pap”, um tipo de purê feito com farinha de milho. A forma mais comum de servi-la é banhada por um molho engrossado com picadinho de bife.

A carne bovina é muito apreciada no país, considerada a segunda maior economia.

O churrasco coletivo também é um momento interessante em Botsuana. Em muitas cidades, as pessoas se encontram em praças, cada indivíduo leva sua carne e tenta conseguir um espaço na grelha da churrasqueira coletiva.



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